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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Atmosfera modificada para laticínios





O crescimento de microrganismos e a oxidação são as causas principais da deterioração da qualidade em produtos lácteos. O tipo de decomposição depende das características de um determinado produto. Por exemplo, os queijos duros, com atividade de água relativamente baixa, são normalmente afetados pelo crescimento de fungos, enquanto que os produtos com alta atividade de água, como os queijos moles e cremosos, são mais suscetíveis à fermentação e à oxidação.

O gás mais utilizado em embalagens de produtos lácteos é o dióxido de carbono, pois inibe ou reduz a atividade microbiológica e a rancidez oxidativa. No caso específico de empacotamento do leite em pó, torna-se indispensável retirar o oxigênio da embalagem, inertizando com nitrogênio, evitando a oxidação. Além disso, o nitrogênio substitui o dióxido de carbono em embalagens que contêm produtos que azedam facilmente, tais como chantilly e creme de leite.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

ECONOMIA BRASILEITA

A economia do Brasil tem um mercado livre e exportador. Medido por paridade de poder de compra, seu produto interno bruto é próximo de 2,5 trilhões de dólares (R$ 3, 674 964 trilhões),[14] fazendo-lhe a sétima maior economia do mundo em 2010 segundo o FMI[15], e o Banco Mundial [16], e a segunda maior do continente americano, atrás apenas dos Estados Unidos.
A economia brasileira é uma das que mais tem crescido no mundo. Sua "velocidade" atual é de 7 vezes mais a dos Estados Unidos da América. De acordo com a Goldman Sachs, a economia brasileira deve se tornar a quarta maior do mundo por volta de 2050. [17]. Em contra partida, segundo a consultoria britânica Economist Inteligence Unit, o Brasil obterá a 4ª maior economia do mundo aproximadamente em 2030, mais ou menos no ano de 2027 quando ultrapassar a economia japonesa. Assim, segundo esta estatística, o Brasil ficará atrás, apenas, da Índia, Estados Unidos e China, respectivamente.
O Brasil é membro de diversas organizações econômicas, como o Mercosul, a UNASUL, o G8+5, o G20 e o Grupo de Cairns. Seu número de parceiros comerciais é na ordem das centenas, com 60% das exportações principalmente de produtos manufaturados e semimanufaturados.[18] Os principais parceiros comerciais do Brasil em 2008 foram: Mercosul e América Latina (25,9% do comércio), União Europeia (23,4%), Ásia (18,9%), Estados Unidos (14,0%) e outros (17,8%).[19]
Segundo o Fórum Econômico Mundial, o Brasil foi o país que mais melhorou em competitividade em 2009, ganhando oito posições entre outros países, superando a Rússia pela primeira vez e fechando parcialmente a diferença de competitividade com a Índia e a China, as economias BRIC. Importantes passos dados desde a década de 1990 para a sustentabilidade fiscal, bem como as medidas tomadas para liberalizar e abrir a economia, impulsionaram significativamente os fundamentos do país em matéria de competitividade, proporcionando um melhor ambiente para o desenvolvimento do setor privado.[20]
Proprietário de um sofisticado setor tecnológico, o Brasil desenvolve projetos que vão desde submarinos a aeronaves (a Embraer é a terceira maior empresa que produz aviões no mundo)[21] e está envolvido na pesquisa espacial: o país possui um centro de lançamento de satélites e foi o único país do Hemisfério Sul a integrar a equipe responsável pela construção do Estação Espacial Internacional (EEI).[22] É também o pioneiro em muitos outros campos econômicos, incluindo a produção de etanol.
De acordo com a Associação Mundial do Aço, o Brasil foi o nono maior produtor de aço no mundo em 2009, tendo estado sempre entre os dez primeiros nos últimos anos. [23]
O Brasil, juntamente com o México, tem estado na vanguarda do fenômeno das multinacionais latino-americanas, que, graças à tecnologia superior e organização, têm virado sucesso mundial. Essas multinacionais têm feito essa transição, investindo maciçamente no exterior, na região e fora dela, e assim realizando uma parcela crescente de suas receitas a nível internacional.[20]
O Brasil também é pioneiro nos campos da pesquisa de petróleo em águas profundas, de onde 73% de suas reservas são extraídas.[18] De acordo com estatísticas do governo, o Brasil foi o primeiro país capitalista a reunir as dez maiores empresas montadoras de automóvel em seu território nacional.[18]
Com um grau de desigualdade ainda grande, a economia brasileira tem se tornado uma das maiores do mundo. De acordo com a lista de bilionários da revista Forbes de 2011, o Brasil é o oitavo país do mundo em número de bilionários, à frente inclusive do Japão, com um número bastante superior aos dos demais países latino americanos.[24]